O Lulu da Pomerânia – também chamado de Zwergspitz ou Spitz Alemão Anão – é pequeno devido a sua criação seletiva, mas mantém a resistência e pelos típicos dos cães de climas frios. Sendo um exemplar da raça considerado como o cão mais bonito do mundo, este cão simpático e brincalhão costuma cativar todos a sua volta.
Bastante ativo e facilmente sociável, o Spitz Alemão é um animal que pode servir de maneira eficiente como cão de guarda e, embora seu pequeno porte não seja capaz de defender as mais diversas ameaça, seus latidos altos podem ajudar bastante a prevenir situações de perigo, alertando seus proprietários sobre quaisquer suspeitas que possa ter em relação à pessoas desconhecidas.
Origem
O Lulu da Pomerânia pertence à família Spitz, os cães de companhia mais velhos que existem. Descendente de um cão Neolítico, o Spitz Alemão Anão foi o primeiro que viveu com os homens nas aldeias lacustres da Europa pré-histórica. Esses tipos de cães foram feitos para guardar, caçar, arrastar trenós e fazer companhia para os nômades. Os Spitz se espalharam pela Europa e em cada região a raça evoluiu de maneira diferente devido aos cruzamentos. O Lulu da Pomerânia é o menor das cinco variedades de Spitz Alemão Anão.
Embora a sua localidade de origem não seja completamente definida, a Alemanha é o lugar mais provável de sua descendência – sendo citado, inclusive, em uma das muitas versões do seu nome. Tendo o Spitz Alemão como principal ancestral, o Lulu da Pomerânia passou a ser chamado dessa maneira após sua chegada na Inglaterra – sendo que, nesta época, suas características ainda eram um tanto diferentes das apresentadas hoje em dia pela raça, e os exemplares da raça eram quase todos brancos e com peso de até 13 quilos.
Reconhecido oficialmente pelo English Kennel Club no ano de 1870, o Lulu da Pomerânia foi ganhar mais popularidade somente depois de ser trazido da Itália e se tornar um dos bichos de estimação da Rainha Vitória – que imperou no Reino Unido a partir de 1937 até o seu falecimento, em 1901.
Segundo relatos históricos, os cães que viviam com a rainha eram grandes e destacavam uma pelagem acinzentada – sendo que, desde esta época, os criados de cães já preferiam realizar acasalamentos com o objetivo de criar exemplares menores e mais coloridos da raça. Diminuindo de tamanho cada vez mais ao longo dos anos, o spitz Alemão acabou por gerar o Spitz Alemão Anão, que agora participa de concursos de vbeleza canina e não lembra em quase nada os cachorros que antigamente ajudavam a puxar trenós.
